sexta-feira, 17 de julho de 2009
Uma Sombra Logo Serás
Na Sombra e na Luz
O Espírito Victor Hugo ditou a Zilda Gama uma novela passada quase toda no século XIX, desenvolvida em cinco livros, como denomina a autora. Cada um desses "livros" trata de uma encarnação dos personagens, vivenciada numa existência tumultuosa. O objetivo da obra é mostrar aos seres sofredores e moralmente mutilados a possibilidade da regeneração humana, que se vai verificando por meio das diversas reencarnações do Espírito. Isso é realizado pela afirmação da Justiça Divina, que permite o consolo e a análise das quedas ou conquistas que cada personagem vai caracterizando em uma trajetória, marcada pela saída das sombras, resultantes do erro, para a luz, definida pela ascensão à perfeição.
Andando na Sombra
Dóris Lessing
Editora Companhia das Letras

Descrição:
Aqui Lessing fala abertamente sobre a vida dura na Londres do pós-guerra, onde suas paixões políticas e amorosas desabrocharam, em meio a transformação geral dos costumes.
Sua Sombra
A Sombra do Vento
terça-feira, 7 de julho de 2009
Cem Dias Entre o Céu e o Mar - Ed. De Bolso

Amyr Klink
Editora Cia de Bolso
O Doador
Lois LowryEditora Sextante
Até que a Vida os Separe

Monica Castro
Editora Vida e Consciência
Julgamento Mortal
Nora RobertsEditora Bertrand Brasil
Ela chega e, a partir desse instante, a vítima lhe pertence.Um assassino de policiais ataca em uma boate chamada Purgatório. A tenente Eve Dallas desce ao inferno do submundo do crime, a fim de descobrir quem está matando seus colegas de farda.Em uma boate de striptease, na parte norte da cidade, um tira é encontrado morto, cruelmente massacrado por um taco de beisebol. O crime? Um mistério, um surpreendente assassinato, que coloca Dallas em uma corrida desenfreada rumo à justiça e à ordem.Eve comanda uma eletrizante investigação que revela um fato assustador: o clube privê onde ocorreu o crime é mais do que um lugar da moda. A boate Purgatório representa a última oportunidade de redenção - ali todos passam pelo julgamento final. O destino dos considerados culpados tem conexão direta com seus pecados mais íntimos, e os segredos dos corruptos lançam almas inocentes em uma condenação regada a vícios e poder.
Jesus, o Maior Psicólogo que Já Existiu

Mark Backer
Editora Sextante
Quem Me Roubou de Mim ?
Pe Fábio de MeloEditora Canção Nova
Resistência - A História de uma Mulher que Desafiou Hitler
Editora Nova Fronteira

No verão de 1940, quando a ocupação nazista na França se tornou irremediável, a vida da historiadora de arte Agnes Humbert tomou um rumo surpreendente. Inconformada com a dominação nazista, movida por uma coragem ímpar e com o apoio de seus colegas do Museu do Homem em Paris, Agnès fundou um dos primeiros grupos da Resistência francesa. Durante quase um ano, ela e seus companheiros redigiram, imprimiram e distribuíram o jornal Résistance, além de panfletos e outros textos contra o governo de Vichy.
A rede de rebeldes do Museu do Homem, improvável porém eficiente, conquistaria um lugar de trágico destaque na história da Segunda Guerra Mundial. Em 1941, muitos dos seus membros, incluindo o carismático líder Boris Vildé e a própria Agnès, foram traídos por um espião e entregues à Gestapo. Presos, sete dos homens foram condenados à morte e executados por um pelotão de fuzilamento. As mulheres foram deportadas para a Alemanha como trabalhadoras escravas.
Em "Resistência", esses eventos são descritos com um imediatismo pulsante, que percorre cada página do diário secreto de Agnès, publicado inicialmente na França em 1946 e depois esquecido. Até a sua captura, nos primeiros meses de 1941, Agnès registrou os fatos dia após dia, e suas anotações nos permitem acompanhar cada passo dos primórdios da Resistência. Feita prisioneira, ela não tinha mais como escrever em seu diário. Contudo, ao ser libertada em 1945, dedicou-se a repassar os fatos em sua memória para registrálos ainda no calor dos acontecimentos.
Com humor, inteligência e ironia, Agnès constrói uma narrativa única, um ponto de vista original sobre esse período obscuro e dramático do século XX. A delicadeza de suas observações cativa o leitor. Apesar de fisicamente debilitada e espiritualmente exausta, ela ainda é capaz de se preocupar com a saúde da mãe e a situação dos filhos. Quando seu filho Pierre a visita na prisão de Fresnes, Agnès se ressente da degradação daquele momento e lamenta consigo mesma por não poder evitar que ele tome parte naquele teatro do absurdo.
Recusando-se, inclusive nos dias mais duros, a ceder e a abandonar sua compaixão, Agnès revela aos poucos, com habilidade e um toque de sarcasmo, a profundidade de seu ultraje e de suas convicções. Escrito com o vigor dos eventos recém-vividos, Resistência é o testemunho do espírito indomável de uma mulher, e um tributo eloqüente ao sacrifício e à coragem dos seus camaradas que não sobreviveram.



